Foi com satisfação que o SMZC acolheu Internos da Figueira da Foz, do Ano Comum e da Formação Específica, sendo de louvar o interesse demonstrado e a participação activa na discussão dos assuntos abordados relativos à organização do trabalho médico durante o internato.
O SMZC permanece disponível para prosseguir no esclarecimento dos jovens médicos quanto aos seus direitos e deveres no seu percurso profissional e apela à sindicalização, pois juntos somos mais fortes.

Formação programada pelo SMZC para 2020
Uma delegação do SMZC constituída por Carla Silva, Alice Oliveira, Vitória Martins e Miguel Monteiro, reuniu-se a 05 de Fevereiro de 2020 na ARS Centro estando presentes da parte desta a Drª Rosa Reis Marques e o Dr. João Rodrigues .
Foi discutido o plano nacional e regional para prevenção e actuação perante agressão aos médicos e de segurança no trabalho. Fomos informados que se encontra o Dr. João Redondo como coordenador do grupo que irá definir modelos/ protocolos de actuação que servirão de base a planos que deverão ser elaborados a nível de cada Unidade de saúde e hospitais e de onde decorrer as necessidades formativas que serão identificadas. O plano irá integrar resposta jurídica e apoio psicoemocional para os médicos sujeitos a agressão. O SMZC solicitou a presença nestas reuniões e irá monitorizar com atenção o avanço nesta área. O SMZC irá também estabelecer protocolo de atuação com a ARS Centro articulando com o seu gabinete jurídico o encaminhamento urgente das situações que nos forem denunciadas.
Foram abordados ainda pontos relativos à organização do trabalho médico incluindo:
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Após ter efectuado visita ao Centro Hospitalar de Leiria, para auscultação de problemas sobretudo ao nível do Serviço de Urgência e da Medicina Interna, o SMZC irá reunir no dia 21 de Fevereiro com o Conselho de Administração no sentido de procurar soluções para as questões levantadas.
O SMZC visitou as maternidades Daniel de Matos e Bissaya Barreto do CHUC tendo-se deparado com um panorama a curto/ médio prazo assustador para os cuidados materno-infantis na região Centro pela persistente deficiência de recursos médicos e ausência de renovação do quadro médico para o qual já alertou em 2017 e 2019.
Não havia nessa altura contratações de novos médicos há mais de 10 anos. Entretanto houve 2 contratações em 2018 para a Obstetrícia e uma contratação para a Neonatalogia em 2019. Mas tal é claramente insuficiente pois o saldo continua negativo quando consideramos as saídas por reforma, no total 8.

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